Por Camila Magalhães e Deisi Damin

Dentes de leite armazenam células-tronco para cura de doenças

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Os dentes decíduos ou popularmente conhecidos como dentes de leite, têm características parecidas com os dentes permanentes (adultos). Estes dentes são assim denominados, pois são mais branquinhos e lembram leite. Além disso, eles tem um tempo definido em boca. Iniciam a erupção por volta dos seis meses e as trocas por volta dos seis anos.

E é nesta idade que os dentes começam a cair e que muitas vezes guardamos debaixo do travesseiro para a fada do dente, fazemos de pingentes para joias e até mesmo jogamos no telhado. Mas saibam que eles têm um papel bem importante nos dias de hoje. Eles possuem células tronco assim como o cordão umbilical e a medula óssea.

Mas como isso funciona? Bom foi descoberto que a polpa do dente de leite, que é a parte de dentro do dente (o coração), possui células-tronco mesenquimais multipotentes. Isso significa que elas têm a capacidade de se diferenciar, de se transformar em várias outras células. Portanto a partir da coleta da polpa de dentes de leite é feito o cultivo de células e o armazenamento em nitrogênio líquido. Desta forma, estas células ficam guardadas para que possam ser utilizadas em possíveis tratamentos de doenças no futuro.

As células poderão ser usadas anos depois pelos próprios doadores e por parentes de primeiro grau para tratar algumas doenças. Mesmo em fase de pesquisas é importante ficar atento para a possibilidade de se guardar os dentes de leite, sejam na fase das trocas ou mesmo por trauma ou necessidade de extração.

E já existem empresas no Brasil que mantém estas células armazenadas!!!

“Somente o sorriso da criança, nos faz acreditar num futuro melhor e num mundo mais justo” (Mestre Ariévlis)

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